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terça-feira, 19 de março de 2013

Twenty-Seventh Chapter



(...)

- onde vocês estavam? Victória colocou as mãos na cintura assim que entramos no castelo. Droga. Revirei os olhos e ela fechou a cara pra mim.
- fomos só dar uma volta. Dei ombros.
- com quem?
- só nós ué.
- você dirigiu um carro? Olhou-me incrédula.
- isso não é crime quando se tem carteira. – e antes que pergunte eu ganhei um carro e fui com ele. – agora eu vou subir que quero descansar um pouco. Sai andando e subi as escadas correndo. Andei pelo longo corredor até chegar a meu quarto. Fechei a porta suspirando. Andei até minha cama sentando na mesma. Fiquei encarando meus pés por um longo tempo. E agora o que vai ser de mim? Tenho 18 anos. Vou ter que me casar com um príncipe idiota e viver aqui pra sempre, não era isso que eu planejava pra minha vida, todo esse luxo, todo esse poder.
- achei que não fosse chegar nunca. Ouvi uma voz rouca e sorri instantaneamente.
- saudades? Sorri virando-me pra ele, fitando aqueles penetrantes olhos claros.
- sempre. Sorriu e colou seus lábios aos meus. – seu presente. Entregou-me um cordão com um pingente de anjo.
- é lindo Justin. Sorri. – obrigada.
- que ajuda pra por?
- quero. Sorri e virei de costas pra ele levantando meu cabelo pra facilitar. Justin colocou o cordão em meu pescoço. – é tão lindo. Peguei o pingente e o soltei ajeitando o mesmo.
- achei a sua cara quando vi. Abraçou-me por trás e beijou meu ombro, senti todos os fios do meu corpo se arrepiar. Suspirei. Seus lábios roçaram de meu ombro até meu pescoço, Justin começou a distribuir beijos no mesmo. Arfei. Ó céus o que ele faz comigo?
Virou-me bruscamente colocando-me de frente pra ele, pegou-me pela cintura e colocou ainda mais nossos corpos, senti seu membro rígido esfregar-se em mim. Gemi baixo. Olhei seus olhos penetrantes e fiquei os encarando por um longo tempo, desci o olhar para seus lábios rosados e senti os meus formigarem. Peguei-o pela nuca e juntei nossos lábios com urgência, meu coração batia rápido no peito, nas minhas veias meu sangue fervia, meu corpo se preparava para recebê-lo. Pegou-me no colo e jogou-me na cama, subindo em cima de mim logo depois. Juntou seus lábios aos meus e foi descendo, parou no meu queixo e mordeu o mesmo, desceu pro pescoço e distribuiu beijos e chupões por ali, mordeu o nódulo de minha orelha e arqueei o corpo encostando o dele mais ao meu, senti seu membro tocar minha intimidade, gemi e o olhei nos olhos. O mesmo sorriu, seus olhos estavam mais escuros de puro luxuria.
- amo quando seus olhos ficam dessa cor. Murmurou com a voz baixa e rouca. Deitou a cabeça no meu peito e distribuiu beijos por ali, apertou meus seios por cima da blusa ainda. Gemi. Ó Deus como já estava molhada. Abriu os botões da minha blusa e tirou a mesma deixando-me apenas de sutiã. Observou meus seios já rígidos por um tempo e desceu o sutiã deixando-os a mostra. Sorriu malicioso e abocanhou o esquerdo chupando-o com força e fazendo movimentos circulares com a língua. Gemi alto arqueando o corpo.
- Jus-Justin. Gemi.
- oh sim. – geme pra mim. Chupou com mais força meu seio enquanto brincava com os dedos com o outro. Sentia meu sangue correr veloz sobre minhas veias. Ó céus estava perto.
- Justin! Gemi alto e resmunguei.
- vou te fazer gozar assim Julie. Gemeu sobre meu seio, senti meu corpo estremecer.
- não. Resmunguei.
- sim. Mordeu meu mamilo e puxou-o de leve e me encarou nos olhos. Soltou-o devagar e chupou mais uma vez. Gemi alto e senti uma corrente elétrica percorrer por todo o meu corpo e um orgasmo explodir no meio de minhas pernas. Filho da puta.
Fechei meus olhos tentando controlar minha respiração e senti os lábios de Justin nos meus. Senti sua língua invadir minha boca e bum! O desejo já corria por todo o meu corpo novamente. Joguei-o na cama e subi em cima dele, começando a tirar suas roupas até deixá-lo apenas de Box. Vi seu membro quase explodindo da mesma e sorri maliciosa, apertei-o por cima da cueca e Justin gemeu baixinho contorcendo-se na cama. Beijei seus lábios e fui torturando-o com beijos até  chegar sua cueca, parei meu lábios em sua coxa e mordi de leve ali. Justin gemeu alto.
- Ju-Julie não! – eu sei o que pretende e... Não o deixei terminar abaixei sua Box vendo seu membro rígido sair ereto da mesma. Abocanhei antes que ele falasse alguma coisa, dava forte chupões e fazia movimentos torturantes com a língua.
- Nã-não Julie! Levantou-se da cama e subiu em cima de mim prendendo-me.
- estava quase lá. Resmunguei.
- quero gozar dentro de você! Murmurou e colou seus lábios aos meus, tirou o resto de minha roupa que faltava e posicionou-se no meio de minhas pernas. Olhou nos meus olhos e penetrou fundo, fechei os olhos e gemi. Os movimentos ficaram cada vez mais fortes. Gemíamos alto. se os outros quartos não fossem grandes e com abafador de som, com certeza nos ouviriam. Meu corpo brilhava de suor assim como o dele, o calor de sua pele perto da minha era com toda a certeza mais quente que o inferno. Colei meus lábios ao dele e senti a mesma corrente elétrica de antes, estremeci e gozei. Justin penetrou forte e fundo mais duas vezes e gozou também, caindo por cima de mim.
- Feliz Aniversário! Sorriu sapeca e beijou minha testa suada.
- obrigada! Sorri. Justin deitou ao meu lado e puxou meu corpo pra perto do dele e nos cobriu com um lençol. Sem nem perceber adormeci.

(...)

Quando fui acordada pelas meninas Justin já não estava mais aqui no quarto e tudo estava em seu devido lugar, ótimo alguma das empregadas viu a bagunça que estava aqui.
Eu estava me arrumando enquanto ouvia burburinhos de vozes lá em baixo, já era um pouco tarde e eu estava um pouco atrasada. Conseguia ouvir também o som suave dos violinos lá em baixo. Sorri e caminhei até o closed dançando ao som dos violinos, da direita pra esquerda, da direita pra esquerda. Ri da minha loucura e fui até o vestido que haviam separado pra noite de hoje ele era divino.
Coloquei o mesmo em cima da cama junto com as sandálias da mesma cor, fui até minha penteadeira. Fiz um make leve e coloquei meus brincos. Borrifei um pouco de perfume no meu pescoço e pulsos. Olhei pelo espelho o colar em meu pescoço e sorri, lembrando-me da minha tarde com o Justin. Soltei meu cabelo do coque e deixei-os cair sobre meus ombros, eles estavam lindos, cachos perfeitos, mesmo depois de eu ter feito um coque. Sorri e levantei, fui até a cama e peguei o vestido. Abri meu roupão e deixei-o escorregar pelo meu corpo até cair no chão. Dei um passo pro lado livrando-me dele. Abri a parte de trás do vestido e coloquei o mesmo. Consegui por um milagre fechar o fecho sozinho. Ajeitei o vestido ao meu corpo, desamassando-o e dei uma volta enquanto soltava uma gargalhada fraca. Sentei-me na cama e coloquei uma das sandálias quando alguém bateu na porta. Gritei um “entra” e Caissy passou pela porta.
- vim ver se precisa de alguma coisa. – estão todos te esperando lá em baixo.
- só estou terminando de por as sandálias. Sorri e terminei de por a outra. Levantei-me da cama e arrumei o vestido ao corpo, tirando os amassados.
- como está linda. Caissy sorriu emocionada.
- awn Caissy, vem cá. Caminhei até ela abraçando-a forte.
- vamos meu anjo, estão todos esperando.
- tudo bem. Sorri e peguei em sua mão saindo do quarto.
O salão estava lotado pelo que pude perceber. A cada passo que ficava mais perto da escada sentia meu estomago embrulhar mais e minhas mãos soavam. Eu estava nervosa, odiava ser o centro das atenções. Olhei pra Caissy que apertou minha mão tentando me passar confiança. Chegamos ao final da ultima parede, ali ainda ninguém podia nos ver, eu tinha que esperar que me anunciassem.
- pronta querida. – vai dar tudo certo, confie em mim. – agora preciso ir.
- não! Praticamente gritei e ela olhou-me assustada. – aonde vai?
- preciso voltar pra cozinha, vão precisar de mim lá.
- tudo bem. Sorri.
- não se preocupe. Sorriu e deu um beijo na minha bochecha caminhando pro final do corredor onde tinha uma escada que dava pra cozinha. Suspirei. escutei me anunciarem. Coloquei um sorriso no rosto e apareci na ponta da escada. Fui descendo os degraus lentamente enquanto todos me observavam. Meu queixo estava ereto, eu não respirava e mantinha meu olhar fixo nas paredes, mas sorrindo às vezes pros convidados nos quais muitos nem sabia quem eram. Terminei e Logan me esperava no final, pegou em minha mão e beijou a mesma sorrindo. Seus olhos estavam brilhantes e eu sorri pro mesmo. Onde esse idiota esteve o dia inteiro? Ignorei meus pensamentos e procurei por todo salão os olhos méis. Os encontrei um pouco mais no fundo do salão. Justin bebia um vinho tinto enquanto observava com os olhos vidrados. Senti todo meu corpo esquentar. Deus. Respirei fundo e olhei pra Logan que me olhava de cara fechada. Fiz uma careta pra ele e voltei meus olhos pra onde o Justin estava só que o mesmo não estava mais lá. Observei todo o salão, mas não o achei. Droga. Suspirei frustrada e Logan puxou-me.
- qual é o seu problema? Soltei meu braço das mãos dele.
- poderia prestar só um pouco de atenção em mim?
- ai nossa o que deu em você hoje?
- nada. Bufou irritado e olhou em direção a um homem moreno e alto que me observava. Seu olhar não me passava uma coisa boa. Quem era aquele homem?
- Logan quem é ele?
- ele quem? Nem ao menos olhou pra mim. Bufei.
- o que você não para de encarar.
- é o seu tio Oscar. Falou entre dentes.
- porque está tão nervoso assim?
- não quero que esse filho da p... – que ele chegue perto de você.
- por quê?
- por nada. Olhou-me com ódio no olhar. – só me prometa que vai ficar longe dele e que não vai ficar sozinha essa noite, me promete? Agarrou meus dois braços com força.
- prometo. Arregalei os olhos e o mesmo soltou-me abraçando-me forte. O que ta acontecendo com esse garoto?
(...)
A festa continuou rolando e nada de eu ver o Justin ou as meninas. Af isso já está me irritando e essa apresentação de pessoas ta me embrulhando o estomago. Cansei de sorrir e de ver esse povo falso me paparicando, a maioria só está aqui pela comida.
Do nada o burburinho cessou e o Justin apareceu no pequeno palco sentado ao piano, ele começou a tocar uma melodia linda no piano e começou a cantar. A letra era linda, falava sobre eu e ele, sobre nós. Emocionei-me enquanto ele sorria enquanto cantava olhando pra mim. Logo a música acabou e ele foi até o violão pegando o mesmo, começou a tocar algumas cordas e a cantar novamente e assim foi até ele terminar.
- agora eu tenho uma surpresa pra aniversariante da noite. Sorriu e olhou-me. Vi Victória subir no palco quase que correndo e pegar o microfone do Justin o mesmo a olhou confusa.
- desculpa Justin, depois você continua. – agora preciso fazer um anuncio. Sorriu pra todos que estavam ali. – hoje minha menina completa dezoito anos de idade e logo terá que assumir o trono. – como o parlamento pediu já escolhemos um noivo pra mesma. Sorriu orgulhosa. Senti meu estomago fazer um nó. – o mesmo foi aceito ontem por todos os membros do parlamento. Arregalei os olhos. Não, isso não estava acontecendo. – e eu queria pedir pro noivo subir aqui no palco. – Logan venha até aqui dizer umas palavras pra sua noiva. Victória sorriu e eu olhei incrédula pro Logan que sorriu. Tudo estava em câmera lenta, minha mente rodava. Como assim Logan? E como eles podem fazer isso comigo no dia do meu aniversário? Na frente do Justin? Oh céus Justin! Procurei-o com o olhar e o mesmo me encarava com lágrimas nos olhos. Comecei a chorar na mesma hora, o que ele acha? Que eu sabia que ia me casar com Logan? Justo com o Logan que é meu primo? Esse povo é maluco isso ta errado. Desviei meu olhar pro Logan que me chamava no microfone. Ele sorriu sem graça quando viu que eu chorava.
- sei o quanto isso deve estar sendo confuso pra muitos, mas eu não sou primo da Julie, não de sangue. – fui adotado pela Rainha Melissa quando era uma criança, fui abandonado pela minha família e cresci como príncipe. – por isso o parlamento aceitou que Julie se casasse comigo. – eu já tenho uma proximidade com ela e não teria discordâncias e somos amigos. Sorriu sem graças. – e já estou na família há anos, então ninguém melhor que eu pra governar o país junto de Julie, suba aqui querida, por favor.
Não. Não e Não. Engoli em seco e senti minha garganta fechar impedindo que o ar preenchesse meus pulmões. Senti lágrimas caindo sem controle pelo meu rosto. Neguei com a cabeça e fiz a primeira coisa que me deu vontade. Corri. Corri dali. Corri pro meu refúgio, corri pro meu quarto. Tranquei-me no mesmo e peguei uma mochila, jogando algumas coisas na mesma. Joguei  CD que ganhei de aniversário das meninas e algumas peças de roupa e algumas coisas que precisaria. Enfiei-me numa calça jeans e coloquei uma blusa simples com um casaco com capuz por cima, calcei um tênis e sai as pressas do quarto em direção as escadas que davam pra cozinha. Pra minha sorte ninguém estava vindo atrás de mim, não sei quanto tempo eu havia demorado pra me arrumar, acredito que pouco mais que 5 minutos, nunca me arrumei tão rápido na vida. Peguei a chave do meu carro no ganchinho que tem na cozinha e sai correndo pela porta dos fundos. Coloquei o capuz e corri até meu carro. Desarmei o alarme e entrei no mesmo. Meu sangue fervia em minhas veias, minhas mãos tremiam e minhas pernas pareciam gelatinas, não sabia ao certo como consegui chegar até ali. Travei as portas e coloquei a chave na ignição. Liguei o carro e dei a partida cantando pneu. Sai portão a fora, minha sorte que hoje era meu aniversário e essa merda estava aberta. Passei voada pelos guardas que estavam ali monitorando quem saia e quem entrava. Na certa avisariam que eu saí naquela maneira e logo todos estariam atrás de mim, eu precisaria ser rápida. Com as mãos tremulas virei uma curva super perigosa, eu estava em alta velocidade àquela hora da madrugada, não tinha movimento na rua pra minha sorte. Eu nem sabia ao certo pra onde estava indo, mas queria estar longe, bem longe dali, bem longes dos problemas, bem longes daquelas pessoas. Ouvi meu celular tocar e olhei pra bolsa no banco carona. Merda! Bati a mão no volante e tentei ignorar aquela merda enquanto ela continuava a tocar. Diminui um pouco a velocidade e peguei o celular o bolso sem fecho da mochila. Olhei no visor e vi que era o Justin. Meu coração disparou.
- alô? Atendi com a voz tremula tentando prestar atenção na estrada.
- Julie, meu deus Julie! – onde você está?
- eu...eu...eu não sei. Senti meus olhos embaçarem por causa das lágrimas. Pisquei diversas vezes pra minha visão voltar. Acelerei mais o carro.
- você está perdida? – oh meu deus Julie, pare esse carro.
- não posso Justin eu não posso.
- pode sim Julie, para esse carro, por favor.
- se eu parar vou ter que me casar com o Logan e... – eu não posso.
- Julie amor, confie em mim. – vai dar tudo certo. – volta pra cá, por favor. sua voz era rouca
- desculpa Justin, mas eu não posso. Desliguei o celular e joguei-o no banco carona. Acelerei mais o carro ouvindo o motor ranger alto, meu corpo estava colado no banco de tão rápido que eu estava indo. Olhei pelo retrovisor e vi um carro atrás de mim. Merda estou sendo seguida? Bufei e limpei as lágrimas, pisando mais fundo no acelerador. Entrei numa rua deserta de barro e voei pro ela levantando poeira. Olhei no retrovisor o carro ainda me seguia. Fiquei irritada e entrei em outra rua seguida de outra, acelerando feito uma louca, eu nunca dirigi assim na vida. Meu coração quase saia pela minha boca, olhava desesperada pelo retrovisor vendo o carro cada vez mais próximo. Olhei pra trás por um momento e quando olhei pra frente estava indo em direção a várias árvores. Merda, como eu não as vi? Pisei fundo no freio, mas não foi o suficiente, bati em cheio em uma árvore.
Meus olhos estavam um pouco embaçados, minha cabeça girava. Escutei alguém gritar meu nome e logo depois eu ser tirada do carro. Meu corpo estava mole, mas me contorci tentando me livrar da pessoa.
- vai ficar tudo bem princesinha. – nós vamos cuidar bem de você. A imagem do homem ficou clara na minha frente. Senti um frio correr por toda a minha espinha, ele era alto e forte, seus olhos eram claros, mas devido ao escuro não consegui decifrar a cor dos mesmos.
- quem são vocês? perguntei assim que vi outro homem aparecer com minha bolsa na mão.
- uns amigos da família. Sorriu malicioso e eu não vi mais nada, cai mole no corpo daquele homem.

twenty-Sixth Chapter


(...)

O tempo passou tão rápido que quando me dei conta já era sexta feira de manhã, a preguiça dominava todo o meu corpo impedindo que eu saísse da cama, mas isso não durou muito tempo já que Nicole decidiu me acordar pulando em cima de mim. Como de costume derrubei-a no chão. Ri enquanto sentava-me em minha enorme cama e fazia um coque em meu cabelo.
 - parece que você ama ver-me caindo da sua cama né Julie? – af que merda. Levantou do chão resmungando como sempre e sentou-se na cama e ficou observando-me.
- que foi? Franzi o cenho e ela começou a chorar ali na minha frente, arregalei os olhos e fui até ela a abraçando forte, parece que isso a fez chorar ainda mais. – que foi Nick? – o que aconteceu? Perguntei preocupada enquanto afagava seus cabelos.
- nada. Sorriu se afastando enquanto se afastava de mim. – é que sei lá, hoje é seu aniversário de dezoito anos, logo você vai se tornar rainha. – não quero ficar longe de você. Sorriu triste.
- ei, para com isso. Sorri e limpei uma lágrima solitária de seu rosto. – você nunca vai ficar longe de mim, não é porque vou virar rainha que vou sumir do mundo ou que vou ter as vinte e quatro horas do meu dia ocupado, claro que não. Sorri.
- estou sensível hoje. Riu e acompanhei.
- ainda to esperando meus parabéns sua ingrata. Resmunguei e ela riu negando.
- antes te quero arrumada, vou buscar seu presente.
- meu presente? – para com isso Nicole, eu disse que não queria nada. Resmunguei.
- cala boca e vai escovar esses dentes. Revirei os olhos e me levantei enquanto ela saiu porta a fora. Bufei a caminhei lentamente até o banheiro, tomei um banho um pouco demorado e depois passei creme de morango por todo o meu corpo, passei perfume e vesti uma roupa leve, porém linda. Penteei meus fios e os deixei cair sobre os ombros. Escovei meus dentes e sai do banheiro. Nicole estava sentada na minha cama.
- será que assim ta bom pra você? Apontei pra mim mesma e ela riu.
- está perfeito. sorriu. – agora fecha os olhos.
- ta de sacanagem comigo né?
- fecha a porra do olho logo Julie.
- ah ta bom, ta bom. Bufei e fechei os olhos.
Ouvi passos e logo a senti por algo sobre meus olhos.
- o que você ta fazendo? Já ia tirar a venda dos meus olhos.
- ei. Dei-me um tapa. – eu não vou te matar, confie em mim, eu te guio.
- tudo bem, mas eu se eu cair, você corre, mas corre muit...
- tá ta. Bufei irritada e ela pegou em minha mão enquanto me guiava pra Deus sabe onde.
- você vai descer as escadas agora.
- você bebeu Nicole? Praticamente gritei e ela riu.
- é só ir devagar um de cada vez eu te ajudo. Riu.  – vamos lá. Puxou-me de leve e eu senti o inicio dos degraus. Desci o primeiro, suspirei, ainda faltavam tantos.
- não posso tirar essa merda e lá em baixo eu coloco de novo?
- olha o palavreado Julie. – e não, assim fica mais emocionante.
- eu vou te matar.
- não depois de ver seu presente. Riu. Continuávamos a descer degrau pro degrau lentamente e eu já estava ficando impaciente com aquilo.
- falta muito? Resmunguei e ela suspirou com certeza minhas reclamações a haviam irritado. Ótimo. Bufei.
- só mais cinco e acabou.
- ótimo. Dei um passo pra frente e não senti o degrau tentei me segurar na Nicole, mas foi em vão, caímos os poucos degraus a baixo. E a Nicole ainda caiu por cima de mim, me esmagando.
- acho que morri esmagada. Resmunguei e sentei-me, minha bunda doía, merda.
- haha que graça. – sua bunda dói? – ótimo fui vingada. Riu.  - vem vamos. Pegou em minha mão me ajudando a levantar.
- ainda falta muito pra chegar?
- já chegamos. Tirou a venda de meus olhos e pisquei algumas vezes pra me acostumar com a claridade, minha vista estava um pouco embaçada eu via alguém na minha frente, mas não sabia dizer ao certo quem era. Pisquei mais algumas vezes e a imagem de Rose ficou clara em minha frente, senti meus olhos marejarem e corri em sua direção a abraçando forte. Nossa quanto tempo fazia que não a via? Semanas? Meses? Não sei direito, mas que saudades. Apertei mais o abraço e inspirei seu cheiro, que saudades.
- achei que viria só mais tarde. Desfiz o abraço e a olhei, a mesma sorria feito um anjo, como sempre. – obrigada por isso Nick. Sorri pra ela e a mesma negou com a cabeça, apontando pro outro lado da sala onde Amanda sorria pra mim. – você? Sorri e fui até ela abraçando a mesma.
- esse não é exatamente o presente completo. Riu.
- tem mais?
- claro que tem. Nick riu e eu ouvi um tilintar de chaves, olhei pra Rose e ela balançava uma chaveiro com a chave de um carro. Não. Mentira? Um carro? Um sorriso rasgou o meu rosto e corri até Rose, pegando a chave de sua mão.
- um carro? – meu deus.
- eu de inicio não sabia o que te dar. – você tem tudo agora. – mas notei que não havia ganhado um carro ainda.
- ah obrigada mãe. Abracei-a. – mas isso não custou caro a senhora? Perguntei já querendo negar o presente, não podia aceitar.
- claro que não querida. – já juntava esse dinheiro tem tempo, mas era pra faculdade. Sorriu de lado.
- entendo. – obrigada. – onde ele está?
- lá fora. Sorri e olhei pras meninas, as mesmas saíram correndo comigo até a saída, desci as escadas da casa correndo e pisei na rua de pedras e um pouco mais a frente o carro estava parado, lindo um laço rosa em cima. Minha boca abriu em um perfeito O e corri até o mesmo. Desarmei o alarme a abri a porta. Entrei no mesmo e as meninas fizeram o mesmo, as duas no banco de trás se espremendo no meio, entre um banco e outro dos da frente. Olhei pras mesmas e sorri, ainda sem acreditar que eu ganhara um carro.
- coloca esse DVD ai. Amanda entregou um cd em minha mão. Tirei-o da capinha e coloquei o mesmo no buraco correto do DVD do carro. Esperei carregar esperando um DVD de clipes, mas Amanda e Nicole apareceram naquela telinha. Meus olhos se encheram de lágrimas assim que as vi.
- Oi Julie! Disseram em coro. Sorri com lágrimas nos olhos. - nós com certeza estamos dentro desse carrão com você nesse instante, mas queríamos gravar esse pequeno vídeo pra você, para que sempre se lembre de nós onde quer que esteja. Amanda disse sorrindo. – queria deixar bem claro da pessoa maravilhosa que é pra nós, a grande amiga que sempre foi e eu me sinto triste só de pensar que um dia, ficarei longe de você por um tempo, isso dói. – você vai se casar ter uma família com o príncipe no qual você ainda não sabe qual é. Nicole sorriu. – mas hoje vai saber. Amanda apontou pra tela e elas riram. Deixei lágrimas caírem. – eu não sei mais o que dizer. Nick sorriu tristonho e Amanda riu. – eu gostaria de cantar uma música. Amanda sorriu envergonhada. – espero que goste Julie e que sempre, sempre se lembre de nós, não importa o que aconteça sempre estaremos com você. Sorriu e começou a cantar enquanto Nicole fazia careta e cantava algumas partes em que sabia da música. terminaram de cantar e sorriram. – nós amamos você, feliz aniversário princesa Juliette. riram. – mentira. – feliz aniversário Julie. Riram um pouco e a câmera foi desligada.”
Meus olhos não paravam de sair lágrimas um só minuto, meu deus que lindas essas meninas. Eu as amava tanto que até doía. Olhei pra trás e as mesmas choravam igualmente a mim. Desajeitada mente virei pra trás e abracei as duas ao mesmo tempo, o que não deu muito certo e terminou em gargalhadas.
- que tal uma volta por Vancouver? Nicole riu.
- a Julie sabe dirigir né?
- claro que sei. Sorri. – mas apertem os cintos. Sorri maliciosa e me ajeitei no banco colocando os cintos. Coloquei a chave na ignição e assoei o motor fazendo um barulho ensurdecedor. Sorri orgulhosa e dei a partida jogando poeira e pedrinhas pra tudo que era lado.

Twenty-Fifth Chapter



Julie.
Justin e eu continuamos ali por mais alguns minutos ainda nus abraçados, sentindo um ao outro. Era bom ter ele por perto e bom... eu já não era mais a mesma, havia me entregue pela primeira vez ao Justin e eu nunca me esqueceria disso, nunca. Ouvi batidas leves na porta e rapidamente levantamos e nos vestimos as pressas, gritei um “espera” e coloquei minha roupa correndo assim como o Justin, dei uma ajeitada no cabelo e olhei pra ele que já vestido ajeitava a blusa desamassando-a. Logo Amanda entrou e nos olhou boca aberta.
- o que vocês aprontaram por aqui? Sorriu maliciosa. Droga e agora? Amanda sempre sacando as coisas de cara ou não?
- não aprontamos nada. Disse firme, por incrível que pareça.
- mesmo? Olhou-me desafiando.
- mesmo. Sorri sínica e ela riu.
- olha só esse chupão no seu ombro Julie, por favor. – vocês não enganam ninguém. Corei e olhei pro Justin nervosa ele me olhou riu e deu ombros. – relaxem não vou contar pra ninguém, mas nossa você namora e você vai ficar noiva que danadinhos vocês.
- para Amanda, não é nada disso.
- é sim, eu não menti em nenhum momento.
- ela ta certa. Justin suspirou.
- nós nos amamos mandy.
- eu sei. – dá pra ver isso. Sorriu e depois parecia ter pensado em alguma coisa e ficou triste.
- Amanda que foi? aproximei-me dela.
- o Logan.
- o que tem o Logan?
- ele gosta de você Julie e ele...
- ele o que?
- nada esquece.
- me fala Amanda.
- não é nada que saco e um amigo seu, tal de Austin disse que a Nicole não vai vir na sua festa, melhor ligar pra ela. Sorriu de lado. – agora eu preciso ir. Jogou beijos no ar e saiu dali.
- porque a Nicole não viria na sua festa? Justin olhou-me confuso.
- ela me odeia. Suspirei.
- ela não te odeia. Acariciou meu rosto com a costa das mãos, fechei os olhos suspirei. – o que aconteceu?
- ela ficou chateada por eu não ter contado esse lance todo de princesa dês do inicio, mas eu não podia minha segurança dependia disso Justin.
- porque não conta isso pra ela?
- ela não me ouviria.
- mas você nem tentou. Ouvi a voz da Nick bem atrás de mim, meu coração acelerou, não acredito que essa vadia está aqui.
- Nicole? Sorri e corri até ela a abraçando forte. A mesma riu apertando mais o abraço. – eu senti tanto a sua falta, me perdoa por não ter contado Nick eu não podia. – ai meu deus como eu me senti só sem você me perturbando. – nunca mais me deixa sua vadia, ta ouvindo? Afastei-me dela olhando-a séria, meu rosto estava coberto de lágrimas de felicidade, como eu amo essa vadia.
- ta eu prometo. Revirou os olhos. – o que tem pra comer nessa espelunca?
- espelunca? Repeti chocada.
- to brincando. Riu. – sabe... Modo de falar. Deu ombros e o estomago dela roncou.
- não comeu nada ainda? Ri pelo nariz.
- comi quando sai de Stratford, to com fome já.
- ok, vou levá-la pra cozinha. – quer vir Justin? Sorri o olhando o mesmo negou com a cabeça.
- preciso terminar uma coisa. Sorriu. – pode ir depois encontro vocês.
- tudo bem então. Dei ombros e sai dali puxando a Nicole comigo.
Chegamos à cozinha, Amanda conversava animadamente com Caissy que nem notou quando entramos. Pulei em cima dela a abraçando forte.
- ai sua égua que susto. Riu.
- obrigada por trazer a Nicole.
- de nada, sei o quanto gosta dela.
- já se conhecem né?
- fomos apresentadas já. Deu ombros sorrindo.
- droga. - perdi isso. Fiz biquinho e elas riram. Ficamos ali na cozinha conversando com Caissy enquanto ela preparava alguma coisa para nós comermos. Assim que terminamos subimos pro meu quarto pra conversar ainda mais, queria ter minhas meninas por perto eu sentia necessidade disso.
- o pessoal vai vir na festa né?
- claro né Julie, quem perderia uma festa num castelo? Ri assentindo.
- Julie quero saber ainda o que rolou entre você e o Justin e como foi. Amanda riu e eu corei recebendo o olhar chocado de Nicole.
- Julie do céu. – pode começar a falar minha filha.
- aconteceu ué. Sussurrei e elas se aproximaram mais de mim. – e só. Dei ombros.
- só? – quero detalhes.
- não. Resmunguei. – sem detalhes.
- ai Julie, sua chata.
- foi bom pelo menos?
- olha o sorriso no rosto dessa garota Nicole, o brilho nos olhos. – claro que foi bom. Amanda riu e eu tive que acompanhar.
- vamos parar de falar nisso. – não sei se vai acontecer de novo eu vou me casar em breve com um ser que eu nem conheço. Resmunguei levantando da cama, esse assunto me deixava perturbada.
- também acho, isso só vai estragar esse momento. – vamos deixar pra falar disso depois do seu aniversário. 

Twenty-Fourth Chapter





Julie continuou a me encarar da mesma maneira, o que eu faria agora? Santo Deus Julie! Tive uma ideia louca que passou por minha cabeça por um momento, faria ficar molhada, excitada querendo a mim tocando-a em todos os lugares do corpo. Sorri malicioso e estendi a mão a ela, a mesma olhou-me desconfiada, mas pegou na mesma. Puxei pra perto com rapidez, meu corpo encaixou-se com o dela, fazendo a mesma perder o fôlego. Sorri vitorioso. Afastei-me um pouco e a olhei nos olhos, sentia meu olhar pegando fogo aos seus, minha ereção latejava dentro de minha calça, mas eu faria ficar pior que eu, ah Julie... não se brinca com fogo.
- cantarei uma música mais sexy. Sorri travesso e ela arregalou os olhos.
- sexy? Repetiu tomando fôlego. Assenti com a cabeça, afastei-me um pouco mais dela e sorri. Comecei a cantarolar as letras iniciais de Love like you do e a mesma me olhou pasma. Sorri e comecei a dançar um tanto quanto sensual enquanto cantava. Levantei a blusa lentamente e a vi arregalar os olhos. Sorri travesso e tirei a blusa jogando em cima dela, a blusa caiu sobre seus olhos e um segundo depois foi tirado dos mesmos. Julie me olhava com olhar pegando fogo. Sorri e aproximei-me dela encostei meu corpo no dela e sussurrei trechos da música, vi a mesma estremecer. Rocei minha ereção perto de sua virilha levantando um pouco o vestido que usava. Julie soltou um gemido rouco reprimido na garganta. Vamos Julie, quero lhe ouvir. Continuei a cantarolar perto de seu ouvido e mordi o nódulo de sua orelha desci mordicando até chegar em seu pescoço suguei o mesmo e voltei ao seu ouvido continuando a cantar. Julie estremecia diante de meu corpo e isso era excitante, talvez essa proximidade toda estivesse me afetando mais do que a ela mesma. Mordi o nódulo de sua orelha novamente e senti sua mão passeando sobre meu abdômen descendo lentamente, arranhando-o de leve. Reprimi o gemido na garganta, não daria a ela esse premio, mas a filha da puta não parava de descer a mão, chegou no elástico de minha cueca e passou o dedo indicador pelo mesmo. Gemi em seu ouvido. A mesma sorriu, continuou a descer a mão por dentro de minha cueca Box vermelha, até apertar minha ereção sem dó. Gemi alto, resmunguei e movimentei, fazendo sua mão movimentar-se de leve no meu pênis. Oh Julie. Gemi mais uma vez e ela aproximou seus lábios de minha orelha.
- ora Bieber, vejamos o que temos aqui. Senti que estava sorrindo, um maldito sorriso de vitória. – não brinque comigo. Sussurrou tão perto que estremeci por completo. Merda. – não entre em uma luta na qual não pode vencer Bieber. Mordeu o nódulo de minha orelha devagar apertando meu membro mais uma vez e fez movimentos no mesmo lentamente torturando-me. Essa mulher vai me deixar maluco. Cadê a Julie inocente que eu conhecera anos atrás? Não imaginava que Julie pudesse ser tão provocante e sexy. Ela está no comando, estou em domínio completo. Dominado por Julie Carter, minha amiga de infância, mulher na qual sou completamente apaixonado desde que me entendo por gente, que irônico não? Apertou meu membro mais uma vez.
- aw. Soltei um gemido rouco.
- ah Bieber. Suspirou no meu pescoço. – se eu não estivesse tão excitada como estou te torturaria mais um pouco. Riu abafado. – mas preciso de uma coisa.
- q-que coisa?
- preciso de você dentro de mim. Saboreou as palavras soltando-as próximo de meu pescoço. Senti meu membro latejar em minha calça. Puta merda Julie. Eu vou-te foder, aqui e agora. Peguei-a pela nuca e juntei seus lábios aos meus com certa urgência, suguei sua língua e peguei-a no colo. Julie soltou um gemido assim que sua vagina tocou em minha ereção. Sorri entre o beijo e mordi seu lábio inferior. Olhei pro piano e caminhei com ela em meu colo. Deitei-a sobre ele.
- o que está fazendo? Murmurou ofegante.
- vou foder você aqui em cima. Julie soltou um gemido abafado, joguei-me em cima dela e mordiquei seu pescoço, mas sem deixar marcas. Desci os beijos para seu pequeno decote. Sorri travesso olhando em seus olhos a mesma sorriu de volta. Levantei-a um pouco e abri o zíper do vestido, deixei que eles caíssem de seus ombros e afastei-me observando seus fartos seios. Desci mais o vestido, até te-la só de roupas intimas. Tirei seu sutiã e comecei a mordicar sugar e dar leves beijos em seu seio esquerdo. Julie gemia um pouco alto, isso era como música pros meus ouvidos. Desci os beijos pela sua barriga mordendo suas perfeitas curvas. Quando cheguei onde queria, a olhei nos olhos pedindo permissão, a mesma assentiu com a cabeça e sorriu. Olhei atendo pra sua intimidade apenas coberta por aquele pequeno pano e peguei o elástico de sua calcinha com a boca e tirei a mesma. Julie gemeu e eu me livrei de sua calcinha. Olhei sua intimidade completamente molhada e dei beijos em suas coxas J gemeu alto, subi os beijos e cheguei em sua intimidade lambendo a mesma, introduzi minha língua em sua vagina sentindo o seu gosto, o gosto de Julie, enquanto J gemia, meus gemidos de uniram ao dela, como eu amo essa mulher, cada pedaço, cada parte dela. Eu já não conseguia agüentar, arranquei minhas calças com a cueca e tudo, expondo minha ereção. J mordeu o lábio inferior e eu subi em cima da mesma, encostei em algumas teclas do piano sem querer e sorri. Sexo em cima de um piano, que excitante. Pensei. Olhei com ternura nos olhos de Julie, ela parecia segura de si apesar de ser virgem. Bem pelo menos eu acho que ainda seja. Olhei-a confuso e a mesma ficou séria.
- algum problema? Perguntou.
- você é virgem? Perguntei e a mesma enrubesceu.
- sim. Sorriu tímida com as bochechas coradas. Você fica ainda mais linda assim J.
- quer mesmo isso? Olhei-a nos olhos.
- como nunca quis antes.
- se eu te machucar, me avise ok e eu paro.
- ok. Respondeu. Sorri e juntei seus lábios aos meus, posicionei meu pênis em sua entrada e rocei na mesma, gememos juntos roucos. Olhei nos olhos de Julie e vi um brilho no mesmo, um sorriso lindo em seu rosto. Como eu amo essa mulher, como eu sonhei em um dia tê-la só pra mim. E agora eu a tenho. Penetrei-a devagar e a mesma gemeu alto, olhei-a preocupado e ela sorriu tentando dizer que estava tudo bem, continuei até estar por completo dentro dela, fiquei parado um tempo olhando em seus lindos mares azuis que estavam escuros de pura luxúria, desejo. Comecei a me movimentar devagar e gememos juntos, alto. Temi que alguém pudesse nos ouvir. Continuei a penetrar lentamente até que ela se acostumasse, fincou as unhas nos meus ombros e acabou com o pequeno espaço que ainda tinha entre nós.
- justin. Gemeu. – vamos, rápido. – por favor.
- certeza? Movimentei-me com força.
- s-sim, por favor. falou com a voz tremula. Sorri e beijei seus lábios incrivelmente macios e doces. Comecei com investidas rápidas, sem tirar meus olhos de Julie, vê-la gemendo debaixo de mim era uma sensação que nunca havia provado antes, apesar de já ter feito sexo com outras garotas, mas agora era diferente, eu a amava, não era só sexo, tinha amor, carinho. Sentia que já estava perto de meu clímax, e comecei as investidas ainda mais rápidas, tomei os lábios de J aos meus abafando os gemidos da mesma. Chegamos a um incrível orgasmo juntos, meu liquido a preenchera, a mesma estremeceu por baixo de mim ofegante. Sorri e depositei um selinho em seus lábios.
- eu te amo Julie. Sussurrei próximo de seu rosto, com minha testa colada a sua.
- também amo você Justin. Encarou-me com aqueles olhos penetrantes.
Puxei-a pro meu corpo ainda unido a ela, desci do piano com a mesma agarrada ao meu colo. Deitei-a sobre o sofá que tinha ali e sai de dentro da mesma. Gememos juntos. Sorri e depositei um selinho em seus lábios. Eu não poderia estar mais feliz do que estava agora, um sorriso bobo rasgava o meu rosto como nunca houvera rasgado antes, eu me sentia completo. Eu tinha Julie em meus braços finalmente, minha.
Não conseguia tirar os olhos dos dela, eram minha perdição, me enfeitiçavam e sua cor estava mais forte, escura e penetrante, cheio de promessas.
- que foi? Sorriu envergonhada por meu olhar penetrado ao dela.
- seus olhos.
- o que têm eles?
- está azul quase petróleo.
- azul petróleo? – estão escuros assim?
- ainda mais lindos, se possível. Beijei seus lábios, iniciando um beijo calmo, doce, cheio de amor, paixão. Meu coração pulsava acelerado e lento ao mesmo tempo dentro de mim. Ele nunca ficava estabilizado perto dela e acho que eu já havia me acostumado a isso. Afastei-me um pouco e levantei do sofá, admirando a mesma, seu pelo corpo. Olhei atentamente e vi que sangrara um pouco. Meu sorriso murchou de preocupação. J levantou-se e se olhou e olhou-me assustada.
- estou bem. Murmurou. Aproximei-me dela olhando-a nos olhos.
- mesmo? – eu não a machuquei? – está doendo.
- Justin, por Deus. – eu estou ótima. Sorriu e depositou um beijo em meus lábios. Sorri e passei meus dedos em seus cabelos um pouco bagunçados.
- você é tão linda. Sussurrei.
- você também é. sorriu doce.
- disto eu sei. Ri gabando-me recebendo em seguida um pequeno tapa no braço.
- você é um idiota. Riu.
- um idiota que te ama. Sorri e depositei um beijo em seus lábios, sentei-me ao seu lado e puxei seu corpo ainda nu pra perto de mim. Quando estava com J o mundo lá fora parecia não existir, os problemas, as pessoas, nada, era apenas eu e ela.